Lasombra

Para a mente de um Lasombra, é melhor reinar no inferno do que servir no céu. Medo, frenesi, o poder para determinar quando outro vive ou morre: esses são as raízes do poder que os Lasombra consideram tanto. Quando outros vampiros tentam em vão manter a Besta controlada ou se entregar inteiramente a ela, os Lasombra submetem a Besta, invocando-a quando apropriado e deixando-a aprisionada dentro de si quando desejam governar a si mesmos.

E é com essas predileções que os Lasombra se moldam como uma “nobreza sombria”, uma aristocracia da noite que escolhe a supremacia dos Cainitas acima da veneração da Máscara.

Sua consideração por tais ideias como redenção e salvação são cínicas no melhor dos casos, e muito da pompa que moldou a perspectiva do Clã pré-Sabá permanece apenas com um senso da mais negra ironia ou zombaria aberta. A grandeur e os rituais da Igreja e da aristocracia permanecem queridas para os Lasombra, porém, e o Clã foi instrumental não só em estabelecer muitos dos rituais do Sabá mas nas instituições que o mantém sem decair ao caos cada noite.

Independente de eles se verem como instrumentos de Deus ou como párias de Sua criação, os Lasombra acreditam que eles têm um dever (tanto para a Seita, Clã, bando, ou para si mesmos), e a obrigação com suas responsabilidades dá a eles um senso perverso de propósito. Mesmo um cabeça de pá Lasombra pode considerar a si mesmo em uma classe acima do resto; um número surpreendente de Lasombra criados em Abraços em massa sobrevive, talvez devendo à intervenção de seus senhores.

Enquanto a noite pertence a todos os Membros, os Lasombra são verdadeiramente nascidos para a escuridão, ao ponto de seu próprio nome de Clã revelar sua ligação com sombras. Deles é a Disciplina Tenebrosidade, e ela permite a eles manipular a sombra e a escuridão, e mesmo alcançar além da escuridão do mundo físico até o abismo que está além.